“E no fim aprendi que não existem poesias feitas para mim. Que o sol não vem mostrar-se só porque eu quero e quando quero. Que chove porque grito bem alto às nuvens e elas por desatenção ou muita atenção cospem, molham, brotam.
Aprendi que não existem sorrisos todos os dias insuportavelmente chatos e que as novelas ainda me fazem chorar porque lá o amor é real, bem real. Aprendi que se é necessário correr de pés descalços e varar a noite para ter o prazer de ver aquele filme romântico e que passa no corujão. Aprendi que saudade a gente pega e transforma em soneto, em música triste, em melodia arrebatadora de lágrimas, que é pra fazer doer e relembrar todos os momentos da vida. Aprendi que não há coisa melhor do que acordar e ver ao seu lado aquela pessoa que te fará rir pelos próximos vinte anos.
Aprendi que a esperança morre sim, mas acalma, aquieta, faz dormir. Que o amor vem para Todos e que basta fecharmos os olhos e como diria Quintana “Acordar-se para dentro para poder sonhar”.”
Aprendi que não existem sorrisos todos os dias insuportavelmente chatos e que as novelas ainda me fazem chorar porque lá o amor é real, bem real. Aprendi que se é necessário correr de pés descalços e varar a noite para ter o prazer de ver aquele filme romântico e que passa no corujão. Aprendi que saudade a gente pega e transforma em soneto, em música triste, em melodia arrebatadora de lágrimas, que é pra fazer doer e relembrar todos os momentos da vida. Aprendi que não há coisa melhor do que acordar e ver ao seu lado aquela pessoa que te fará rir pelos próximos vinte anos.
Aprendi que a esperança morre sim, mas acalma, aquieta, faz dormir. Que o amor vem para Todos e que basta fecharmos os olhos e como diria Quintana “Acordar-se para dentro para poder sonhar”.”
— Igor Pires.
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